Make your own free website on Tripod.com

Reprodução Medicamente Assistida


Como Surgiu?

Conceito de RMA

Evidências

Causas de Infertilidade:

Técnicas de RMA:

Procedimentos:

Diagnóstico e Técnicas Acessórias:

Clínicas de RMA em Portugal

Problemas Relacionados com RMA

Entrevista ao Padre

Viagem a Lisboa (Clínica CEMEARE)

Legislação em Portugal

Imagens

 

 

                               

O que é RMA?

 

 

 A Reprodução Medicamente Assistida (RMA), também chamada Procriação Medicamente Assistida (PMA) é o processo segundo o qual são utilizadas diferentes técnicas médicas para auxiliar à reprodução humana.

     Estas técnicas são normalmente utilizadas em casais inférteis.

 

     As tentativas de realizar procedimentos de Reprodução Medicamente Assistida foram iniciadas no final do século XVIII.

 

     As técnicas de Reprodução Medicamente Assistida, também denominadas de técnicas de Inseminação Artificial, classificam-se em dois grandes géneros:

     Inseminação Artificial Homóloga ou simplesmente Inseminação Homóloga;

     Inseminação Heteróloga.

 

     Diz-se que uma Inseminação é Homóloga quando realizada com o sémen do próprio marido, e Heteróloga, quando feita numa mulher casada com sémen originário de terceira pessoa ou, ainda, quando a mulher não é casada.

     Recorre-se à Inseminação Heteróloga quando a esterilidade é indiscutível.

 

    

     O tratamento da Infertilidade lança mão das técnicas de Reprodução Assistida, quando as intervenções clínicas e/ou cirúrgicas não são suficientes por si só para a obtenção da gravidez.

     Classificam-se em:

     Intracorpóreas, quando o intuito é optimizar o encontro do óvulo com o espermatozóide dentro do organismo feminino;

     Extracorpóreas, quando se faz necessário promover esse encontro em laboratório.

 

     As técnicas Intracorpóreas requerem permeabilidade em pelo menos uma das trompas, e são elas:

     A Inseminação Artificial (particularmente a intra-uterina) e a

     Transferência Intratubária de Gâmetas (GIFT - Gamete Intrafallopian Transfer).

 

     As técnicas Extracorpóreas são utilizadas quando não existem condições para fertilização no ambiente tubário devido a:

     Ausência, obstrução ou aderências das trompas;

     Factor masculino;

     Factores desconhecidos; ou, quando já houve

     Falha anterior das técnicas intracorpóreas.

 

     Podem-se acompanhar de:

     Transferência Intra-uterina de Embriões (FIV-ET);

     Transferência Intratubária de Zigotos (ZIFT; TET), após FIV convencional;

     Micromanipulação dos Gâmetas

 

     As técnicas de Reprodução Assistida podem ser conduzidas em:

     Ciclo natural ou

     Ciclo com hiperestimulação ovarina, no intuito de aumentar o recrutamento folicular.



 Este site foi feito no âmbito de um trabalho de Área de Projecto realizado pelos alunos do 12ºE da Escola Secundária da Sé - Guarda
Última actualização: 18/05/07.