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Reprodução Medicamente Assistida


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A Transferência Intratubária de Gâmetas (GIFT)

 

     A Transferência Intratubária de Gâmetas (GIFT) consiste em captar os óvulos da mulher através de laparoscopia, exame endoscópico da cavidade abdominal através de uma pequena incisão na parede do abdómen, ao mesmo tempo que se capta o esperma do marido. Na mesma operação, colocam-se ambos os gâmetas numa cânula especial, devidamente preparados, introduzindo-os em cada uma das trompas de Falópio, lugar onde se produz naturalmente a fertilização.

 

     Se tudo decorrer normalmente, os espermatozóides penetram num ou mais óvulos, formando-se o embrião. Este descerá dentro das trompas até o útero, de forma tal que a concepção se produzirá integralmente no corpo da mulher.

     O grande problema é a baixa percentagem de êxito desta técnica, figurando entre 35 a 40 %. Outro problema, comum às técnicas que não se utilizam apenas de métodos físicos, é a grande possibilidade de concepção de gémeos. Isso explica-se pelo facto de, ao se utilizar esse método de reprodução artificial, recolherem-se vários óvulos, para se garantir alguma margem de sucesso.

 

     O objectivo é assegurar a presença dos gâmetas no ambiente intratubário.

 

     São indicações de GIFT:

     Endometriose,

     Factor masculino,

     Infertilidade sem causa aparente, e

     Factores uterino-anatómicos que possam tornar extremamente difícil a transferência transcervical dos embriões obtidos por fertilização in vitro.

 

    

A Transferência Intratubária de Zigotos (ZIFT)

 

     Por meio da Transferência Intratubária de Zigotos (ZIFT), ambos os tipos de gâmetas são postos em contacto, in vitro, em condições apropriadas para a sua fusão.

     O zigoto ou zigotos resultantes são transferidos para o interior das trompas uterinas.

 

     A grande diferença da ZIFT em relação ao GIFT é que, na primeira, a fecundação realiza-se fora do corpo da mulher, enquanto na segunda, o encontro do óvulo com o espermatozóide, formando o embrião, ocorre nas trompas.

 

     A ZIFT possui as mesmas restrições apresentadas pela GIFT, ou seja, baixa percentagem de êxito e sobra de vários zigotos não colocados no corpo da mulher.

 

     Tal como a GIFT, hoje está praticamente abandonada servindo para casos excepcionais, como na incapacidade de se colocar os embriões através do colo uterino.

 

Transferência De Blastocistos

 

     Esta técnica foi desenvolvida nos anos 90 e é uma variação da FIV que se inicia quando os óvulos são retirados do ovário e levados ao laboratório para unirem-se aos espermatozóides.

     Os embriões resultantes são maturados durante cinco dias (ao invés de dois ou três dias) em meios de cultura quimicamente diferentes.

 

     O objectivo é o de se aproximar ao meio ambiente em que o embrião vive quando “anda” pela trompa da mãe com destino ao útero – nessa viagem ele vive momentos diferentes do ponto de vista químico (doses maiores ou menores de glicose, sais minerais entre outras substancias químicas) e com isso ele capacita-se no seu crescimento e maturação.

 

     Com este método consegue-se identificar os embriões mais fortes e assim aumentar a possibilidade de gravidez – reduzindo a chance de aborto natural.

 

 

 

 



 Este site foi feito no âmbito de um trabalho de Área de Projecto realizado pelos alunos do 12ºE da Escola Secundária da Sé - Guarda
Última actualização: 18/05/07.